Formação Lukk · Professores de tênis

O clube abre em janeiro. Quem vai ensinar aqui, a gente escolhe agora.

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Técnica a gente afina junto. Jeito de tratar gente, não. É por aí que essa escolha começa.

O Lukk Racket Club abre em janeiro de 2027, a vinte minutos do centro de Florianópolis. Duas quadras de saibro, uma delas coberta, e uma escola de formação para crianças e jovens de 5 a 17 anos. Enquanto a obra sobe, estamos montando essa escola do zero.

Currículo comprido não é o que procuramos. Entre alguém com quinze anos de estrada e método fechado, e alguém que joga bem, ensina há pouco e quer aprender, a gente fica com o segundo. O método aqui ainda vai ser escrito, e quem chegar agora escreve junto.

Por isso o peso da decisão está em comunicação e comportamento. Como você fala com uma criança que acabou de errar, como você recebe uma correção na frente dos outros, o que você faz quando o combinado muda no meio da semana. É isso que a gente lê primeiro.

Quem a gente procura

Nenhum destes itens é sobre forehand ou backhand. Se você se reconhece em quatro dos seis, vale preencher.

  • Quem joga, e ainda quer jogar melhor Sabe jogar tênis de verdade e continua entrando em quadra por vontade própria. Quem largou a raquete ensina só com a boca, e criança percebe na primeira semana.
  • Quem chegou perto, ou pelo menos tentou Circuito estadual, federação, uma temporada atrás do profissional. Não precisou dar certo. Quem foi até o limite sabe o que aquilo custa, e é isso que se transmite a um jovem de 14 anos que está decidindo se continua.
  • Quem recebe correção sem levar para o pessoal Aqui a sessão é revisada em equipe e o combinado muda enquanto o clube aprende. Se ser corrigido incomoda, vai incomodar toda semana.
  • Quem prefere construir um método a defender o seu Vamos escrever um método próprio, com nome e critério. Quem chega com um sistema fechado para aplicar do jeito que está vai atritar todo dia, e a culpa não vai ser de ninguém.
  • Quem trata todo mundo igual O aluno de 7 anos e o membro fundador chegam ao balcão e recebem exatamente o mesmo tratamento. Não é regra de manual, é teste de caráter, e a gente repara.
  • Quem quer crescer junto com o clube Isto é o começo de uma escola que vai ter equipe, currículo e liderança técnica. Esses lugares ainda não têm dono. Quem chega agora está mais perto deles do que quem chegar em 2028.

O que o clube põe do lado dele

Se a gente pede construção, tem que entregar condição de construir.

  • A quadra coberta De segunda a sexta, a quadra coberta e iluminada pertence à formação. São sessenta horas por semana em que a chuva não cancela a sessão nem derruba o seu mês.
  • O aluno chega até você Matrícula, cobrança, agenda e conversa com o responsável são do clube. Você chega para ensinar, e o resto já aconteceu.
  • Comissão calculada, não digitada No fechamento do mês o sistema soma as sessões do mês, os alunos que pagaram e a receita recebida, e mostra a conta aberta. Você vê a mesma tela que o gestor. A discussão mais previsível de qualquer escola deixa de existir.
  • Avaliação privada, sem ranking O aluno pode avaliar a sessão, e a resposta vai para o gestor. Não existe estrelinha no seu perfil nem ranking público de professor. Ranking público destrói equipe.
  • A evolução vira registro Cada aluno tem nível por competência: saque, fundo, rede, jogo e mentalidade. Quem atualiza é você, e o responsável acompanha. No RAIZ isso é o produto que a família comprou.

E onde isso não combina

E o que ainda não existe

Como é o processo

  1. Você preenche este formulário. Cinco minutos, e a última pergunta é aberta.
  2. A gente lê tudo e responde, inclusive quando a resposta for não.
  3. Conversa de quarenta minutos, presencial ou por vídeo, com um dos fundadores.
  4. Uma hora em quadra, com você ensinando de verdade. É aqui que a decisão acontece, não no currículo.
  5. Proposta, com o modelo de trabalho combinado a quatro mãos.

Se você chegou até aqui, provavelmente alguém te mandou este link. Eu prefiro que seja assim.

Estou montando a escola do Lukk do zero, e essa é a parte que não dá para terceirizar: escolher quem vai ficar de frente para as crianças. Por isso o formulário é curto no que dá para marcar e exigente na única pergunta que pede para escrever. É ela que eu leio primeiro.

Se ficar alguma dúvida antes de preencher, ou se você preferir só conversar, meu endereço é oi@lukk.club. O formulário está logo abaixo.

Leonardo Karpinski

Fundador · Lukk Racket Club

Candidatura

Cinco minutos. Dez perguntas de marcar, quatro campos de contato e uma pergunta aberta no fim.

Recuperamos o que você já tinha preenchido neste aparelho.

Passo 1 de 2 o básico

Quem é você

Sua relação com o tênis Aqui não tem resposta que elimina. Quem joga muito e ensina pouco é bem-vindo.

Há quanto tempo você joga tênis
Até onde você foi jogando

"Não deu" é uma resposta forte aqui. Quem foi até o limite sabe o que aquilo custa.

Há quanto tempo você ensina
Modalidades que você ensina ou poderia ensinar pode marcar mais de uma opção
Formação e certificação pode marcar mais de uma opção

Certificado não decide nada aqui. Perguntamos porque muda a conversa, não porque elimina alguém.

Com quem, e quando

Com quem você trabalha melhor pode marcar mais de uma opção
O que você faz hoje
Alunos próprios que você tem hoje

Ninguém precisa trazer aluno para entrar, e "nenhum" não tira ponto.

Turnos em que você teria disponibilidade pode marcar mais de uma opção
Horas por semana que você teria

Recebido.

Sua candidatura está registrada. A gente lê tudo, e responde por WhatsApp ou e-mail. Inclusive quando a resposta for não.

As conversas começam ainda este ano, antes de a grade ser desenhada. Até lá, a obra aparece primeiro no Instagram: @lukk.club.